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Série Fobias Bizarras: Efebofobia

            Efebofobia – medo de adolescentes 

A efebofobia é definida como um medo irracional (psicológico e social) de adolescentes e um preconceito contra eles. Os efeitos deste mal parecem causar graves efeitos na saúde econômica das nações. Ao menos um grande economista (Kirk Astroth, 1994) propôs que o medo da juventude pode ter sérias conseqüências na economia. 

Para você que quer aprofundar o conhecimento, leia esta crítica:


  Tanya Byron, uma psicóloga inglesa, diz que vivemos em tempos de efebofobia. Não se trata daquelas frases que se dizem dos jovens - que não respeitam ninguém, que são mal educados, etc. - desde tempos imemoriais. Não. Segundo esta psicóloga, o destaque que se dá nas notícias, nomeadamente as relacionadas com a educação, às atitudes agressivas dos adolescentes, está a provocar um preconceito muito forte, gerador de efebofobia.
   Parece estar a generalizar-se a ideia de que os adolescentes, sobretudo em grupo, são forças incontroláveis de destruição; que os pais e as escolas, não só não têm mão neles, como não têm soluções para a sua (in)disciplina.
   Esta desorientação toda provém, digo eu, não só das condições e ritmos de vida que empurram as famílias para situações de exautão física, monetária e, por consequência, anímica, mas também das consequências de se ter transformado a escola numa espécie de unidade produção soviética estalinista onde, como se sabe, as pessoas eram secundarizadas na obrigação de se ultrapassar os objectivos de produção.
   Com escolas sem funcionários auxiliares e com turmas cheias de alunos, presos todo o dia por professores sobrecarregados...o que se espera?
   No nosso País, se não fosse o ódio entranhado que esta equipa tem a tudo quanto é professor, se não fosse esta espécie de obsessão patológica em esmagar tudo o que cheire a educador, não teríamos estes problemas de indisciplina e agressividade agravados.
   A maior parte dos alunos adolescentes e jovens são pessoas de comportamento absolutamente normal e razoável, dentro do que são as características próprias, típicas do desenvolvimento da adolescência. Também a maior parte dos pais são pessoas perfeitamente razoáveis e tudo isto era evitável.
   Na realidade, nem alunos, nem pais, nem professores têm governantes, na tutela, à sua altura. Essa é que é essa!

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